Série: A Seleção #4
Editora: Seguinte
Ano: 2015
Páginas: 360
Sinopse:
Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.
Primeiramente o que
tenho a dizer é: UAU!
Eu esperava algumas
coisas diferentes, claro, porque Eadlyn não é a America, no entanto, não estava
preparada para tantas mudanças!
O que vemos nesse
livro em geral é: Uma princesa mimada demais - Um povo revoltado - Uma princesa
que acha que ser Rainha é tudo no mundo - Uma seleção trágica (Tive pena dos
selecionados) - E uma garota que não sabe lidar com garotos.Ufa, meio difícil
essa explicação, né?
A princesa Eadlyn é
a mais velha dos quatro filhos de nossa querida America e Maxon (Que vão muito
bem, obrigado.) E foi treinada desde pequenininha para ser a Herdeira do trono,
destemida, inabalável e completamente centrada, Eadlyn visa apenas seu futuro
como Rainha e em como as coisas podem ser futuramente, mas com a abolição das
castas o povo não está nada feliz, o que leva aos reis realizarem algo
completamente diferente e único "Uma seleção com garotos" não preciso
nem dizer que a "Senhorita Realeza" não gostou nadinha, né?
Determinada a acabar
com a seleção, a princesa visa um plano de estender a seleção por três meses a
fim de distrair o povo das coisas vinham acontecendo, no entanto, conviver com
garotos não é nada fácil e Eadlyn é a garota mais complicada que se possa
existir! Bem, quanto aos selecionados sou #TeamKile.
Sou Eadlyn Schreave. Nenhuma pessoa é tão poderosa quanto eu.
Nossa princesa não é
nada parecida com America, talvez um pouco na teimosia, mas nesse livro não
identifico nada mais. Em certas partes do livro tive vontade de estapear a
protagonista, chuta-la e até mesmo puxar seus cabelos, Eadlyn consegue ser
extremamente mimada, chata e egoísta em diversas partes de "A
Herdeira" o que me deixou um pouco chateada. E os selecionados? Pobres
selecionados! Eadlyn pisou em vários deles, e fez até um chorar! Isso mesmo! Chorar!
Fiquei bem surpresa ao constatar que Eadlyn realmente revolucionou a
continuação da trilogia A seleção, pois diferente dos outros
livros vemos o ponto de vista que alguém que já nasceu na realeza e que foi
treinada para ser rainha.
A futura Rainha
acabou por se envolver em diversos rolos com selecionados (E até mesmo não
selecionados) o que me deixou tão confusa quanto ela nos momentos e ao avançar
de algumas páginas (As páginas finais) consegui realmente sentir a essência da
princesa e realmente processar pelo que ela estava passando, o que me fez
gostar dela um pouco.
Eadlyn não é má, é
apenas uma garota que cresceu com responsabilidades demais quando queria ser
apenas uma jovem normal. Bem, se eu tivesse que dar estrelas para esse livro,
eu daria quatro. Por fim, recomendo a história e tenho fé que nossa Princesa vá mudar no próximo livro.




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